In between.

 Momento interessante. Cisão. Ponto final.
Red Hot Chilli Peppers ao fundo com Californication, música perfeita para me arrumar. Há que haver um esforço nessa altura do compeonato.
Menos droga. Menos baseado. Menos meaningless sex. ... É isso que me faz sentir falta dele. A falta de acesso à la charla y el charme barato. Não poderia ser inofencivo ? Vou falar de novo: eu não poderia me relacionar com isso sem que fosse um arrombamento de cu? Pronto, taí a medida. Eu compreendo. Me parece acessível, factível. Acho que qualquer coisa pra ter aquele abraço de novo. O peito me quebrou. A testa no peito me quebrou completamente.

Me despeço do último baseado sabendo que ele pode ser o último mesmo em algum tempo. Perdi, de novo, a chance de um date com um delicioso. Falta em mim a gana real de viver isso. Atualmente, esses encontros fulgazez e sem tesão sensorial só me fazem me sentir mais longe do que eu quero viver. É só testando né, eu sei que quem não arrisca não petisca. Mas eu to indo no meu ritmo, também não tô fechada pra vida, Só tô - ainda mais - seletiva de uma maneira que nunca estive.

Não me oponho mais em externar que vivi profundidade. Seja o que tiver sido - em realidade material & em realidade emocional para o outro - para mim foi a mais pura profundidade. Entrega. Química. Fundição. Saber que isso existe e palpar o raso muitas vezes na minha caminhada, faz parte. Se fosse muito fácil de ser alcançado, não seria talvez tão único...? Sei lá. É que lembrar da profundidade, do tamanho, dói. Lembrar de qualquer coisa dele, sendo bem honesta, dói. O buraco no peito se instala, a falta é certa e a saudade grita querendo aquele aconchego, aquela presença. Aquela testa no peito.

Na minha cabeça, ainda, para existir o péssimo o divino, o maravilhoso, parece que não pode ter existido. Estranho pensar em tanto amor e ao mesmo tempo tanta, tanta, tanta dor. Profundo amor. & profunda dor. Como nunca sentido antes. Nunca.

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